PROPOSTA DO BLOG :

Sendo a Educação Inclusiva um processo que amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular, este blog se propõe a fazer uso da ferramenta internet como meio de abordagem humanística e democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades. Será um instrumento de buscas, uma revista digital de novas descobertas, um arquivo de sugestões, de dicas e portanto um diário de bordo de um caminho a ser trilhado rumo à inclusão escolar. SEJAM TODOS BEM VINDOS!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

FEITO EM NOSSA SRM: Jogo da velha em feltro

Jogo da velha confeccionado em feltro, tendo peças confeccionadas no mesmo material. Os bichinhos dão mais ludicidade à brincadeira. O "tabuleiro" é uma sacola, onde as peças são guardadas.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

ACONTECEU NA NOSSA SRM: Jogo das sílabas/ quebra-cabeça





OBJETIVO: Oportunizar aos alunos pensar na organização das sílabas e na formação das palavras.
ESTRATÉGIA: Sentar no chão com os alunos, mostrar a figura, solicitar que a criança fale o nome da
figura, familiarizando assim a quantidade de sílabas que compõe a palavra.
Pode ser usado de várias formas, é só usar a criatividade.

ACONTECEU NA NOSSA SRM: Quebra-cabeça das sílabas

O aluno deve encaixar as peças até formar a figura e a palavra correta.
Dessa maneira, podem ser trabalhados diversos aspectos, desde linguagem oral (a partir das intervenções e questionamentos da pró), como lógica (sequência das formas e silábica), encaixe, leitura,entretenimento, etc.
É importante estarmos atentos à condução das atividades,problematizando-as  para que não sejam executadas de forma mecânica ou meramente lúdica.


Orientação do MEC aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 2.764/2012 de proteção aos Autistas.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão - Diretoria de Políticas de Educação Especial - NOTA TÉCNICA Nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE Data: 21 de março de 2013.

Assunto: Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 2.764/2012

A Lei nº 12.764/2012 institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, atendendo aos princípios da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC/2008) e ao propósito da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – CDPD (ONU/2006), definidos no seu art. 1º, nos seguintes termos:

O propósito da presente Convenção é promover, proteger e assegurar o exercício pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua dignidade inerente.

De acordo com o §2º, do art. 1º da Lei nº 12.764/2012, a pessoa com transtorno do espectro autista é considerada pessoa com deficiência. Conforme a CDPD (ONU/2006):

Pessoas com deficiência são aquelas que tem impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
Dentre as diretrizes para a consecução do objetivo da Lei nº 12.764/2012, estabelecidas no art. 2º, destacam-se aquelas que tratam da efetivação do direito à educação:

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

DIA DOS PAIS:SUGESTÃO DE LEMBRANCINHA RECICLÁVEL



Porta trecos de mesa, feito com miolo do papel higiênico forrado com EVA. Dá pra fazer com os alunos e o custo é mínimo. A ideia é dar a impressão de camisa, daí o colarinho e a gravata.

ACONTECEU NA NOSSA SRM: ditado das figuras

Nesta atividade, o aluno teve como proposta escrever os nomes das figuras da cartela 01. A pró fez as problematizações necessárias, bem como explorou bastante a oralidade do aluno, pedindo que dissesse o nome das figuras, onde as encontramos, quem as utiliza e solicitou ainda que contextualizasse as palavras na formação de frases.
Após a escrita o aluno fez a correção ortográfica, agora com auxílio da cartela 02.
Na próxima aula, a pró vai propor ao aluno a criação de um texto que contemple todas as palavras da cartela. A pró provavelmente fará o papel de escriba e fará intervenções cabíveis.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

ACONTECEU NA NOSSA SRM: Jogo com cubos de encaixe

Os cubos permitem o encaixe do menor para o maior e auxiliam no aprimoramento da coordenação motora de adultos e crianças, além da construção de noções como: maior/menor; maior que/menor que; seqüência; inclusão e seriação








Através dessa atividade  também foi possível estimular Camily a seguir comandos, demonstrar reconhecimento de cores , além de trabalhar sua concentração.

Vice- prefeito de Jacobina visita mais uma vez a nossa SRM


Carla Cinara (professora da SRM), Fagundes(vice-prefeito) e Angelita Pereira (Diretora da Escola).



Nesta quarta-feira, 31 de julho de 2013, a Escola Beatriz recebeu a visita do vice-prefeito José Maria Fagundes. Na oportunidade ele conversou sobre a Sala de Recursos Multifuncionais , atentando para as necessidades  da mesma.

SUGESTÃO DE PROJETO : "Trabalhando com o nome"



Aluno da nossa SRM  utilizando alfabeto móvel no estudo do seu nome
 

Justificativa:
A construção da escrita do nome constitui-se para o ser humano uma necessidade básica. O nome da pessoa está sempre nas suas primeiras manifestações da escrita.
As crianças que estão se alfabetizando podem e devem aprender muitas coisas a partir do trabalho com os nomes próprios da classe.
Os três pilares básicos da alfabetização são: oralidade, leitura e escrita e por isso, devem estar interligados desde o primeiro dia de aula. Diante disto, torna-se necessário que se desenvolvam em sala de aula atividades que promovam a socialização da turma através do trabalho com os nomes, proporcionando ao educador o acesso a um instrumento de avaliação que irá detectar o conhecimento prévio que o aluno possui, quando este demonstra suas hipóteses de escrita do nome. Então, é primordial que o trabalho com o nome se inicie num primeiro momento do processo de alfabetização da criança e se estenda por um período de dois meses, podendo ser prolongado conforme a necessidade da turma.

Objetivos:
- Possibilitar o acesso ao conhecimento da leitura e da escrita através de atividades com o nome, estimulando a oralidade dos educandos.
- Criar condições para que os educandos compreendam a leitura e seus significados, através das atividades com o nome.
- Possibilitar a integração da turma, através de atividades coletivas, relacionadas aos nomes dos educandos, promovendo a socialização entre os mesmos.
Duração das atividades: 1 Bimestre ou 1 semestre.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

FEITO NA NOSSA SRM: Iniciando o uso da letra cursiva

Com o objetivo de introduzir na escrita dos alunos o uso da letra cursiva, começamos pelas maiúsculas, no início dos nomes próprios. Para auxiliar nessa conversão, utilizamos uma sugestão da internet,usando nos prendedores de roupas o alfabeto cursivo, relacionando letra a letra com o alfabeto bastão numa cartela.
Deu super certo e aprender assim deu gosto de brincadeira à atividade!!!


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Gerson Brenner dançará valsa no aniversário da filha


Vitória ainda estava na barriga da mãe quando o pai, Gerson Brenner, foi baleado na cabeça durante um assalto. Quinze anos depois, a adolescente, filha do ator com Denize Taccto, vai realizar o sonho de dançar a valsa de debutante com o pai, dia 27 de setembro, em São Paulo. “Será um dos momentos mais bonitos da vida do Gerson. Uma performance marcada pela emoção”, afirma o coreógrafo Jaime Aroxa, que vai avaliar as condições motoras do amigo e comandar pessoalmente os ensaios na capital paulista no início de setembro.
Os movimentos da dança serão feitos pelo ator na cadeira de rodas, mas o profissional garante que o gran finale será emocionante. “Gerson deve ficar de pé para abraçar Vitória”, adianta o coreógrafo. “Trata-se também de um resgate artístico para ele, que era um excelente dançarino de lambada”, lembra o amigo de longa data.
Em conversa com a coluna, Vitória  disse que o pai está animado com a novidade: “Falei que quero ele dançando comigo e ele sorriu. Sorriu e mandou beijos”. Ex-mulher de Gerson, Denize teve um papel fundamental para concretizar o sonho da menina. Foi ela quem convidou Jaime. “Ele tem uma turma para deficientes na academia. Sei que vai fazer um bom trabalho”, aposta.
Gerson hoje vive no bairro Cursino, Zona Sul de São Paulo. Quando não está na casa da nova mulher, a psicóloga Marta Mendonça, que ele conheceu durante tratamento no hospital, ele fica na casa do pai, seu Arnaldo, na companhia da filha mais velha, Ana, de 20 anos, e de mais três cães. Sempre acompanhado de um enfermeiro, ele quase não é visto pela vizinhança.
Recentemente, Gerson, hoje com 53 anos, esteve internado em São Paulo com uma infecção urinária. “Nossa vida é de muita luta. Ele não fala, mas entende, e depende da gente para tudo. Tivemos até que adaptar rampas em casa para facilitar a locomoção dele”, conta o pai, que tenta incentivar o filho a assistir a reprise de “Rainha da sucata”, no canal Viva. “Ele se reconhece na TV, balança a cabeça e sorri”.
Fonte: Extra Globo

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Feito na nossa SRM: Caixa das somas


Vimos na internet e resolvemos fazer!!!
A ideia é fazer somas com uma caixa e tampinhas enumeradas de 0 a 9.
Legal ter material concreto  num outro recipiente para conferir as somas se necessário. É coerente contextualizar as operações, com situações cotidianas , do tipo " Se eu tivesse 5 amigos e conhecesse mais 4 numa viagem, quantos amigos eu teria?"

Características do autismo

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Primeira professora com Down foi estimulada desde bebê

                      Uma professora sem igual no Brasil, uma professora com Síndorme de Down!
Débora Araújo Seabra de Moura

Débora sempre estudou em escolas regulares, junto com crianças sem a síndrome. Ela venceu os preconceitos, e realizou seu maior sonho.
Todos queriam uma menina. Mas quando o bebê tão esperado chegou, foi um choque.
“No momento em que ela nasceu, eu desejava que ela tivesse ficado no hospital, tivesse morrido mesmo”, conta Margarida Araújo Seabra de Moura, mãe de Débora.
Nem o pai médico sabia o que fazer, 32 anos atrás havia pouquíssima informação a respeito.
“No máximo meia página nos livros de medicina sobre.
Não era nem síndrome de Down, era mongolismo”, conta José Robério Seabra de Moura, pai de Débora.
De repente, a família descobriu: havia esperteza e encantamento naqueles olhinhos puxados.
“Eu me dei conta de que o que eu queria era a mágica de morrer a síndrome de Down, e não a minha filha”, diz Margarida.
E todos passaram a tratar Débora como a criança que ela era. Entre irmãos, as brigas de praxe.
Amigo da família e padrinho de Débora, Henfil sugeriu a estimulação precoce. O famoso cartunista foi o primeiro a achar que ela teria uma vida normal.
A ideia era tirar a síndrome de Down da obscuridade.
Débora foi garota propaganda da própria inclusão.  E entrou para a escola regular, junto com as outras crianças. Nada de escola especializada.
“Eu também não fui preparada pra ser mãe de uma pessoa com síndrome de Down. Eu aprendi sendo. o professor tem que aprender a fazer fazendo”, afirma.
O que ninguém esperava é que escola fosse tão marcante a ponto de determinar a profissão de Débora.
Ela se formou em magistério, em Natal, no Rio Grande do Norte. E se tornou a primeira professora de ensino fundamental do Brasil com síndrome de Down.
“Eu levo eles para a roda. Cantamos juntos. Para poder eles aprenderem notas musicais. Ajudo também eles nas atividades”, conta Débora.
Ela é professora assistente, o braço direito de Sandra.
“É relação de troca entre a gente e ela. Tanto ela aprende quanto a gente aprende também”, observa a professora Sandra Rocha.
É adorada pelas crianças e pelos pais.
“Faz com que as crianças enxerguem essa diferença de maneira natural”, afirma Laísa Palhano,  mãe de aluna.
E pela direção da escola.
“Inicialmente foi um desafio pra nós. Como trabalharíamos? Será que seria uma coisa complicada, difícil? E não, vimos que não, isso não existe, pelo contrário. Ela tem uma memória fantástica. E é muito criativa, adora artes”, conta Lucila Ramalho, coordenardora pedagógica.
De todas as artes, é o teatro que ela prefere. Débora fez curso de atriz para melhorar seu desempenho como professora.
“Olha, ela rouba a cena, viu? Ela rouba a cena”, diz Nara Kelly, atriz e professora de teatro.
Já encenou duas peças em Natal. “Todo mundo fica vidrado, até porque o diferente causa aquele deslumbramento”, conta Nara.
Entre os colegas, a professorinha que virou atriz provocou uma revolução de conceitos.
“Ela quebrou preconceitos, ela quebrou a visão que os outros tinham em relação à síndrome de Down”, diz Denis José Braga de Araújo, ator.
Virou ativista das causas que considera justas. Se o governo fechou o Centro de Teatro Experimental de Natal? Ela colocou na cabeça que tinha que Reabrir o Centro.
Mas a vida não é só trabalho e luta. Se já teve namorado? Claro!
Débora :Que tinha síndrome também.
Fantástico: Que tinha síndrome também, né?
Débora:É.
Fantástico: Já acabou?
Débora: Já.
Fantástico: Agora cê tá…
Débora: Solteríssima!
Fantástico: Solteríssima? Mas tá querendo namorar, não?
Débora: Estou.
Fantástico: Tá, né? tá bom. é bom que as pessoas saibam, né?
Débora: É.
Se não aparecer pretendente, não faz mal. Débora está ocupadíssima com um novo projeto.
“De fábulas inclusivas”, conta Débora.
É  sua estréia como escritora. Com apresentação elogiosa do imortal da Academia Brasileira de Letras João Ubaldo Ribeiro, o livro já está na gráfica.
Débora lê trecho do livro: “Papagaio respeita o cachorro com seu pelo e seu latido. Cachorro respeita o papagaio com suas penas e suas falas”.
São fábulas para crianças, mas não deixa de ser a autobiografia de uma professora e sua ideia fixa: “A gente não pode desistir dos nossos sonhos, né?”, ensina Débora.
Fonte: Fantástico

Mobilidade: Pelourinho terá rampas para facilitar o acesso


Um dos cartões-postais de Salvador, o adro da Fundação Casa de Jorge Amado e Museu da Cidade, que descortina a visão do Largo do Pelourinho, está em obras para instalação de infraestrutura de acessibilidade. As escavações e colocação de tijolos de cimento para construção de rampas, com a retirada da velha calçada intrigam baianos e turistas que desconhecem o que acontece no local.

Orlando concluindo o cartaz da SRM em homenagem a Jacobina e seus encantos



Camily no nosso CANTINHO DA LEITURA

terça-feira, 18 de junho de 2013

18 de junho - Dia do Orgulho autista

Pra saber mais sobre Autismo




Quando for ensinar um autista (qualquer tema, seja matéria de escola, comportamentos, contar uma história), faça cartazes, mostre vídeos, pegue objetos, desenhe, etc. Isso irá facilitar muito o aprendizado. Legal ensinarmos os números  no microondas, as letras no teclado do computador e atalhos para emoticom do msn. Quando formos ensinar matemática, pegarmos tampinhas, palitos, material dourado, entre outros; português, pegue revistas, livros; geografia e história, faça cartazes, veja filmes; ciências, mostre experimentos, etc. Você vai prender a atenção e tudo fica mais gostoso! Incentive os professores a prepararem aulas mais dinâmicas e visuais!
(Síndrome de Asperger - Autismo infantil/Facebook)

quinta-feira, 6 de junho de 2013

ACONTECEU NA NOSSA SRM: Atividades com bolas






O brincar é umas das estratégias fundamentais da organização do trabalho pedagógico na Educação Infantil posto que é uma atividade específica da infância,decisiva para o seu desenvolvimento.

A bola contribui para que o corpo da criança adquira mais cedo o seu equilíbrio, coordenação motora e força muscular.

Sugestão de filme: COMO ESTRELAS NA TERRA


É a história de uma criança, Ishaan Awasthi, de 9 anos, que sofre com dislexia e custa a ser compreendida. Um professor substituto de Artes entra em cena e logo percebe que algo de errado estava pairando sobre Ishaan. Não demorou para que o diagnóstico de dislexia ficasse claro para ele, o que o leva a por em prática um ambicioso plano de resgatar aquele garoto que havia perdido sua réstia de luz e a vontade de viver.

ACONTECEU NA NOSSA SRM: Uso de materiais concretos como facilitador do entendimento matemático.



Vamos aqui destacar a utilização de materiais concretos para o ensino da matemática, onde eles são frisados de forma a serem um expediente facilitador do ensino dessa disciplina que  caracteriza-se ainda hoje como uma transmissão de conhecimento , onde o professor é o centro das atenções e o aluno um mero expectador. A metodologia de ensino muitas vezes não está em consonância com o aspecto social do estudante, onde ele poderia se envolver mais com as aulas.
Materiais concretos em sua diversidade, ajudam os alunos a entender vários conteúdos, no entanto, não basta abrir uma caixa cheia de pecinhas coloridas e deixar os alunos quebrarem a cabeça sozinhos.O professor deve ser mediador, problematizando e intervindo sempre que necessário para que a aprendizagem seja efetivada.
Na atividade apresentada através de imagens (acima), o aluno utilizou mucunãs para somar. Após ter os resultados, estes foram procurados num diagrama e circulados pelo aluno.

ACONTECEU NA NOSSA SRM:Trabalhando a escrita do nome



De acordo com o Portal do Professor, a escrita do nome próprio é uma das mais importantes conquistas do educando que entra no mundo das letras. Para ele, o conjunto de letras que compõe seu nome o representa, proporciona a percepção de si como um ser social, com um nome próprio que o representa, diz algo sobre sua identidade, sua filiação, sua história. A escrita do nome próprio tem papel fundamental no processo de alfabetização do educando, pois representa um passo importante de sua entrada no mundo da escrita.
O conhecimento do nome próprio tem duas consequências importantes para os educandos que estão em processo de alfabetização: uma escrita livre do contexto; uma escrita que informa sobre a ordem não-aleatória dentro do conjunto de letras.
A escrita do próprio nome representa uma oportunidade privilegiada de reflexão sobre o funcionamento do sistema de escrita, pelas seguintes razões: tanto do ponto de vista linguístico, como do gráfico, o nome próprio é um modelo estável; é um nome que se refere a um único objeto, com o que se elimina para o educando, a ambiguidade na interpretação; tem valor de verdade porque se reporta a uma existência, a um saber compartilhado por ambos, emissor e receptor; do ponto de vista da função, fica claro que identificar objetos ou indivíduos, com nomes, faz parte dos intercâmbios sociais de nossa cultura; a forma e o valor sonoro convencional das letras; a quantidade de letras necessárias para escrever os nomes; a variedade, a posição e a ordem das letras em uma escrita convencional; a realidade convencional da escrita o que serve de referência para checar as próprias hipóteses.
O trabalho oportunizará aos alunos além da conquista da escrita do próprio nome, a compreensão da escrita do próprio nome; momentos de reflexão sobre a escrita a partir de uma referência estável, o próprio nome; e compreensão da importância do nome próprio, suas letras, sua quantidade, variedade, posição e ordem.


terça-feira, 2 de abril de 2013

Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Alunos da Escola Beatriz com bolas azuis, simbolizando o Dia Mundial de Conscientização do Autismo


Hoje o dia está azul na Escola Mul. Profª Beatriz Guerreiro Moreira de Freitas! Um dia especialmente dedicado ao apoio e para aumentar a sensibilização da sociedade sobre o autismo, síndrome que alcança mais de 70 milhões de pessoas no mundo e cerca de 2 milhões no Brasil.
 
A Escola Beatriz preocupou-se em falar sobre o assunto com as crianças, sensibilizando e conscientizando-as sobre o Autismo e ressaltando a importância desse dia.
 
O autismo é um transtorno do desenvolvimento que atinge a comunicação, a interação social, a imaginação e o comportamento. Atualmente, há importantes tratamentos que podem tornar melhor a qualidade de vida da pessoa com autismo.
O dia 2 de abril foi decretado como o Dia do Autismo pela ONU, em 2008. Além deste dia, o mês de abril é considerado o mês da conscientização do autismo no mundo, onde monumentos são iluminados de azul como manifestação em favor dessa conscientização.
 
É lindo ver o mundo se unindo em prol de crianças e famílias afetadas pelo autismo.

quarta-feira, 20 de março de 2013

SUGESTÃO DE LEITURA

 
Livro Flor de Mel: a florzinha com síndrome de Down
Autoria e Ilustração: Jeane Ricardo Lima do Amaral


O livro Flor de Mel: a florzinha com síndrome de Down (Amaral, 2009),
voltado à Educação Infantil e ao Ensino Fundamental, conta em ver...sos a história de
uma abelha responsável por cuidar de um grande e belo jardim que pertence a
Deus. Nesse jardim há muitas flores, porém uma com síndrome de Down.
Essa obra fala com muita delicadeza sobre a síndrome de Down
apresentando de forma agradável e lúdica o assunto. Reforça o amor e o respeito que deve ser dirigido a essas pessoas sem tratá-las como incapazes, mas valorizando suas qualidades e potencialidades.

-Eu percebo que de fato
Ela é muito diferente!
Mas a diferença dela
É o que a torna envolvente!
O que há com esta flor?
O que tem de especial?
-Eu te conto rapidinho
Ela tem Síndrome de Down!
-Coitadinha da florzinha!
E agora Abelhinha?
Como cuidar da princesinha?
-Ela não é coitadinha!
Não há nela nenhum mal
O Senhor a pôs aqui
Ela é especial
Sua sementinha foi regada
Seu brotinho deu trabalho
Mas agora é animada
E sorri pra todo lado!
(Amaral, 2009)
Ver mais

quinta-feira, 7 de março de 2013

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

1º ATENDIMENTO DE 2013


O aluno chegou ansioso para acessar sua página na rede social! Mas antes disso, falou sobre suas férias e com auxílio da pró produziu um texto expondo suas expectativas para o ano letivo 2013 na Sala de Recursos Multifuncionais.
Seja bem vindo, Henrique! Que este seja mais um ano de sucesso e evoluções!!!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

ADAPTAÇÕES FÍSICAS PARA ALUNO CADEIRANTE

 
Que adaptações físicas devemos fazer na sala de aula considerando o aluno cadeirante e como adaptá-lo a sala de aula?

A escola que irá receber um aluno cadeirante necessita de um detalhado estudo sobre o seu desenvolvimento geral, seu histórico de aprendizagem, é preciso fazer um diagnóstico cuidadoso para saber se ele necessita de um "Plano Individualizado de Adequação Curricular".
É fundamental tratar essa aluno como uma pessoa com condições mentais normais, que necessita apenas de uma adaptação física e estrutural para melhor se adaptar ao ambiente e assim conseguir ser independente.
A integração em sala de aula é fundamental. A professora deverá conversar com seus alunos primeiramente sobre a deficiência do novo aluno, explicando toda situação do cadeirante.
Para incluir um aluno com deficiência física na escola é necessário que a escola possua adaptações coerentes com a necessidade do aluno como: portas largas, rampas de acesso, cadeira adaptada (deitar), mesa acoplada na cadeira de rodas, entre outros.
Os alunos precisam estar preparados para receber o colega deficiente. O professor deve explicar que deficiência física não tem nada a ver com deficiência mental, a deficiência física afeta a parte motora e não a parte cognitiva da pessoa. Muitas vezes a discriminação acontece pela falta de conhecimento, ou por não saber lidar com uma situação nova, que não é comum.

O aluno com limitações motoras na sala de aula :

1.O aluno deve ficar sempre na frente e no meio da sala, pois isto facilita a sua atenção e integração na turma.
2.O aluno deve ser tratado com naturalidade e sua participação nas atividades em grupo deve ser sempre estimulada.
3.Poderá ser necessário que o aluno tenha um tempo maior que os outros para realizar as atividades, quando a sua dificuldade motora for também no membro superior. Lembre-se que ele tem esse direito.
4.Alguns podem utilizar-se de adaptações para escrita, máquinas de escrever ou até mesmo computadores para escrever.
5.Para as atividades extra-classe é importante avaliar previamente a acessibilidade do local para garantir que o aluno possa ir, sem maiores transtornos ou constrangimentos.
6.Quando o aluno tiver uma dificuldade cognitiva associada à limitação motora poderá ser necessária alguma adaptação curricular.
7.O aluno pode necessitar de algum auxílio ao entrar e sair da sala; ofereça ajuda, se puder e desejar.
8.A sala de aula deve ser organizada de forma a que o aluno cadeirante possa circular sem dificuldades.

Fonte:Fonte: http://grupotetraplegia.wikispaces.com/

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

VICE-PREFEITO VISITA SALA DE RECURSOS DA ESCOLA BEATRIZ




No dia 22 de fevereiro, José Maria Fagundes,  vice-prefeito do município de Jacobina,   fez uma visita à Escola Municipal Profª Beatriz Guerreiro MOreira de Freitas e foi conhecer de perto a Sala de Recursos Multifuncionais da mesma. Ficou sabendo sobre o trabalho realizado nesta sala, onde acontecem os Atendimentos Educacionais Especializados.
Fagundes ainda participou do lanche com as professoras  e na oportunidade  fez propostas , bem como  mostrou-se aberto a reivindicações .