Sexta-feira, 08 de abril, foi no Colégio Municipal Luís Alberto D. de Carvalho que aconteceu um encontro formativo com o intúito de tematizar o Atendimento Educacional Especializado que já acontece desde o ano passado na escola. Na oportunidade, tratou-se do decreto que dispõe acerca de tal atendimento, da nota técnica do MEC, atribuições do professor da Sala de Recursos Multifuncionais e reflexões acerca das ações necessárias para a efetividade de uma escola inclusiva. As discussões foram mediadas por Sinara Cristina, a qual foi acompanhada de alguns membros de sua equipe.
PROPOSTA DO BLOG :
Sendo a Educação Inclusiva um processo que amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular, este blog se propõe a fazer uso da ferramenta internet como meio de abordagem humanística e democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades. Será um instrumento de buscas, uma revista digital de novas descobertas, um arquivo de sugestões, de dicas e portanto um diário de bordo de um caminho a ser trilhado rumo à inclusão escolar. SEJAM TODOS BEM VINDOS!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
MEC promove a 5ª edição do curso de aperfeiçoamento em Atendimento Educacional Especializado
Após várias inscrições sem sucesso em cursos disponibilizados pelo MEC através do Ambiente Colaborativo de Aprendizagem à Distância E-proinfo, fui selecionada para participar do Curso oferecido pela Universidade Federal de Santa Maria: Atendimento Educacional Especializado – 5ª Edição. Faço parte da Turma 'Nordeste 7' e estou encantada com o potencial da Educação á Distância bem como com a dinâmica do curso que terá duração de 215 horas, distribuídas entre 10/03/2011 e 30/08/2011 , além do trabalho final de curso.Módulos e Carga Horária
Módulo I – Educação a Distância ......10h
Módulo II – Atendimento Educacional Especializado .....15 h
Módulo III – Tecnologias Assistivas .....25 h
Módulo IV - Deficiência Física .....25 h
Módulo V – Deficiência Mental .....25 h
Módulo VI – Deficiência Sensorial: visual, surdez, surdocegueira .....75 h
Módulo VII – Transtornos Globais do Desenvolvimento .....25 h
Módulo VIII – Altas habilidades/superdotação .....25 h
Plano de Ação Pedagógica .....
Carga horária total .....215 horas
SRM do Colégio Gilberto Dias de Miranda
Após o acolhimento e oração diária foi feita uma brincadeira com bolas de sopro cheias, jogando-as para cima com o propósito q
ue não as deixassem cair. A brincadeira culminou com cada aluno estourando sua bola do modo que desejassem (sentando sobre ela, pisando, apertando, etc). Pró Nice contou a fábula "O leão e o rato", com auxílio do livrinho ilustrado, explorando a participação oral dos alunos a partir de suas intervenções no decorrer do conto. Em seguida os alunos formaram o nome da fábula com o
alfabeto móvel, consultando a capa do livrinho e atendendo às mediações constantes da pró, que quando cabível explorava opiniões, cores, formação de palavras, etc. O reconto foi feito através de desenho, onde cada aluno ilustrou os
personagens da fábula contada. Os alunos ainda formaram seus nomes com alfabeto móvel e depois registraram-os na atividade feita que foi para o varal expositivo da sala.
sábado, 2 de abril de 2011
RELAÇÃO PROFESSOR X ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
•Agir naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência mental.
•Se for criança trate como criança, se for adolescente, trate-a como adolescente, se for uma pessoa adulta, trate-a como tal. Infantilizar não irá ajudar ao aluno.
•Não as ignore. Cumprimente e despeça-se delas normalmente, como faria com qualquer pessoa. •Não superproteja. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for estritamente necessário.
•Não subestime a sua inteligência. O ritmo delas é mais lento, mas podem adquirir muitas habilidades quando ensinadas (aliás como qualquer pessoa).
•São muito carinhosas.
•Deficiência mental não deve ser confundida com doença mental.
http://atividades-di.blogspot.com
segunda-feira, 28 de março de 2011
PARA REFLETIR:
"... A criança aprende, mais por experiência do que por erro, mais por prazer do que pelo sofrimento, mais pela experiência do que pela sugestão e a dissertação, e mais por sugestão do que por direção. E assim a criança aprende pela afeição, pelo amor, pela paciência, pela compreensão, por pertencer, por fazer e por ser" Frederck Molffett domingo, 27 de março de 2011
02 de abril : Dia Mundial da Conscientização do Autismo
DIA 02/04/2011 É O DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO.COLABOREM NESTE DIA VESTINDO A COR AZUL QUE REPRESENTA ESSE MOVIMENTO . OS PRÉDIOS, REPARTIÇÕES,LOJAS,IGREJAS , ENTIDADES E OUTRAS PESSOAS EM GERAL PODERÃO FAZER PARTE DESTA CORRENTE.MUITAS CIDADES E ATÉ PAÍSES ESTARÃO COM LUZES AZUIS ACESAS NOS SEUS PRINCIPAIS MONUMENTOS.

sábado, 26 de março de 2011
Repensando a Escola Beatriz para uma perspectiva de inclusão
Sexta-feira, 25 de março, aconteceu na Escola Municipal Profª Beatriz Guerreiro Moreira de Freitas, o primeiro encontro formativo com o intúito de tematizar o Atendimento Educacional Especializado que ocorrerá a partir da próxima semana na escola. Na oportunidade, tratou-se do decreto que dispõe acerca de tal atendimento, da nota técnica do MEC, atribuições do professor da Sala de Recursos Multifuncionais e reflexões acerca das ações necessárias para a efetividade de uma escola inclusiva. As discussões foram mediadas pela professora Carla Cinara, a qual foi designada pela Secretaria de Educação do município para desenvolver o trabalho de AEE naquela instituição.
SRM do Colégio Luís Alberto
BRASIL: Invenções para auxiliar pessoas com deficiência são destaque em feira de ciências de jovens
Se escolher uma camisa, acessar a Internet ou se deslocar até uma banca de jornal são tarefas consideradas simples, elas também podem representar desafios para pessoas com deficiência. Pensando nisso, jovens inventores de vários estados criaram soluções para ajudar essa parcela da população em tarefas cotidianas, que envolvem desde uma etiqueta para reconhecer a cor das roupas até uma cadeira de rodas movida pelo sopro.
Os projetos foram expostos na 9ª Feira Brasileira de Ciência e Tecnologia (Febrace), que aconteceu entre 22 e 24 de março, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). O evento reuniu 302 projetos, desenvolvidos por 607 estudantes de 14 a 20 anos. Deles, pelos menos 11 visam a melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência.
Os projetos foram expostos na 9ª Feira Brasileira de Ciência e Tecnologia (Febrace), que aconteceu entre 22 e 24 de março, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). O evento reuniu 302 projetos, desenvolvidos por 607 estudantes de 14 a 20 anos. Deles, pelos menos 11 visam a melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência.
Cadeira de rodas movida pelo sopro
“Os projetos são bastante relevantes sob o aspecto social e demostram uma postura compromissada dos alunos com a pesquisa”, afirma o avaliador da feira, Rubens Gedraite.
Leia matéria completa clicando aqui.
O PAPEL DO GESTOR NA INCLUSÃO - Nova Escola

Confira respostas para mais perguntas importantes sobre a inclusão escolar, relacionadas à gestão administrativa. As quatro primeiras questões você encontra aqui.
5. Quem tem deficiência aprende mesmo?
Sem dúvida. Sempre há avanços, seja qual for a deficiência. Surdos e cegos, por exemplo, podem desenvolver a linguagem e o pensamento conceitual. Crianças com deficiência mental podem ter mais dificuldade para se alfabetizar, mas adquirem a postura de estudante, conhecendo e incorporando regras sociais e desenvolvendo habilidades como a oralidade e o reconhecimento de sinais gráficos. "É importante entender que a escola não deve, necessariamente, determinar o que e quando esse aluno vai aprender. Nesses casos, o gestor precisa rever a relação entre currículo, tempo e espaço", afirma Daniela Alonso.
6. Ao promover a inclusão, é preciso rever o projeto político pedagógico (PPP) e o currículo da escola?
Sim. O PPP deve contemplar o atendimento à diversidade e o aparato que a equipe terá para atender e ensinar a todos. Já o currículo deve prever a flexibilização das atividades (com mais recursos visuais, sonoros e táteis) para contemplar as diversas necessidades.
7. Em que turma o aluno com deficiência deve ser matriculado?
Junto com as crianças da mesma idade. "As deficiências física, visual e auditiva não costumam representar um problema, pois em geral permitem que o estudante acompanhe o ritmo da turma. Já os que têm deficiência intelectual ou múltipla exigem que o gestor consulte profissionais especializados ao tomar essa decisão", diz Daniela Alonso. Um aluno com síndrome de Down, por exemplo, pode se beneficiar ficando com um grupo de idade inferior à dele (no máximo, três anos de diferença). Mas essa decisão tem de ser tomada caso a caso.
8. Alunos com deficiência atrapalham a qualidade de ensino em uma turma?
Não, ao contrário. Hoje, sabe-se que todos aprendem de forma diferente e que uma atenção individual do professor a determinado estudante não prejudica o grupo. Daí a necessidade de atender às necessidades de todos, contemplar as diversas habilidades e não valorizar a homogeneidade e a competição.
Sem dúvida. Sempre há avanços, seja qual for a deficiência. Surdos e cegos, por exemplo, podem desenvolver a linguagem e o pensamento conceitual. Crianças com deficiência mental podem ter mais dificuldade para se alfabetizar, mas adquirem a postura de estudante, conhecendo e incorporando regras sociais e desenvolvendo habilidades como a oralidade e o reconhecimento de sinais gráficos. "É importante entender que a escola não deve, necessariamente, determinar o que e quando esse aluno vai aprender. Nesses casos, o gestor precisa rever a relação entre currículo, tempo e espaço", afirma Daniela Alonso.
6. Ao promover a inclusão, é preciso rever o projeto político pedagógico (PPP) e o currículo da escola?
Sim. O PPP deve contemplar o atendimento à diversidade e o aparato que a equipe terá para atender e ensinar a todos. Já o currículo deve prever a flexibilização das atividades (com mais recursos visuais, sonoros e táteis) para contemplar as diversas necessidades.
7. Em que turma o aluno com deficiência deve ser matriculado?
Junto com as crianças da mesma idade. "As deficiências física, visual e auditiva não costumam representar um problema, pois em geral permitem que o estudante acompanhe o ritmo da turma. Já os que têm deficiência intelectual ou múltipla exigem que o gestor consulte profissionais especializados ao tomar essa decisão", diz Daniela Alonso. Um aluno com síndrome de Down, por exemplo, pode se beneficiar ficando com um grupo de idade inferior à dele (no máximo, três anos de diferença). Mas essa decisão tem de ser tomada caso a caso.
8. Alunos com deficiência atrapalham a qualidade de ensino em uma turma?
Não, ao contrário. Hoje, sabe-se que todos aprendem de forma diferente e que uma atenção individual do professor a determinado estudante não prejudica o grupo. Daí a necessidade de atender às necessidades de todos, contemplar as diversas habilidades e não valorizar a homogeneidade e a competição.
terça-feira, 22 de março de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)